Que autoridade tem o PS para pedir coligações à esquerda ou dizer que outros não são de confiança, quando nem o acordo que estabeleceu com o Bloco de Esquerda para este curto mandato de dois anos, numa situação de emergência da autarquia, está disponível para cumprir? É verdade que o mandato ainda não acabou e o balanço final só deverá ser feito no termo do mandato. Fá-lo-emos com toda a certeza. Mas já é tempo de perguntar pela reestruturação das empresas municipais, nomeadamente da EPUL e da GEBALIS, e pelas adequadas operações de integração, fusão ou extinção. São medidas que integram o referido acordo, fundamentais para o saneamento financeiro do município e para o fim da falta de transparência e do clientelismo, mas que nem iniciadas foram.
Conhece aqui o artigo completo de Pedro Soares.
