A proposta de orçamento do Executivo de António Costa não responde aos desafios essenciais da cidade. Este orçamento assenta numa dupla operação financeira que promove a especulação imobiliária e aposta na privatização de um dos seus serviços públicos de base, a rede de saneamento.
O Orçamento 2011 que o executivo camarário de Lisboa defende, na Assembleia Municipal, resulta de uma opção ideológica assente na privatização da sua rede de saneamento, ao vendê-la à EPAL por cerca de 100 milhões de euros e na especulação imobiliária, através da criação de um fundo imobiliário fechado de terrenos municipais.
O Orçamento 2011 que o executivo camarário de Lisboa defende, na Assembleia Municipal, resulta de uma opção ideológica assente na privatização da sua rede de saneamento, ao vendê-la à EPAL por cerca de 100 milhões de euros e na especulação imobiliária, através da criação de um fundo imobiliário fechado de terrenos municipais.
Este Orçamento mostra uma chocante insensibilidade social da maioria do Partido Socialista que governa a cidade, num momento de grave crise que o país atravessa e por isso, as operações extraordinárias propostas merecem a total discordância e a frontal oposição do Bloco de Esquerda.
O Bloco de Esquerda entende que este Orçamento acrescenta crise à crise em Lisboa e transforma a cidade num negócio. Lisboa não é, nem pode ser um negócio.
O Deputado João Bau, lider da bancada do Bloco de Esquerda na AML defende aqui a nossa posição.
O Bloco de Esquerda entende que este Orçamento acrescenta crise à crise em Lisboa e transforma a cidade num negócio. Lisboa não é, nem pode ser um negócio.
O Deputado João Bau, lider da bancada do Bloco de Esquerda na AML defende aqui a nossa posição.
